Dobraria o teu penar
Em cada frase que pinto,
Se te fosse a confessar
Toda a verdade que minto…
Porque as letras que desenho,
Sem caneta e sem papel,
São desejos que não tenho,
São escárnios de Babel…
Porque as letras que desenho,
Sem caneta e sem papel,
São desejos que não tenho,
São escárnios de Babel…

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